Penso que a alienação escraviza a mente humana, torna o
homem um ser robótico, automatizado, programado apenas para fins específicos –
sem jamais questionar ou contestar.
Para mim, é imperativa a necessidade da
inquietação.
Sem rebelar-se, o homem está fadado a fazer, sempre, tudo igual; a
não experimentar o sabor do diferente, do novo, e até do ‘impossível’: o sabor
da própria vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário